quarta-feira, 15 de maio de 2013

I Encontro Nacional de Estética, Literatura e Filosofia é uma realização do Grupo de Estudos em Estética (ENELF)

O I Encontro Nacional de Estética, Literatura e Filosofia é uma realização do Grupo de Estudos em Estética, Literatura e Filosofia – GEELF, em parceria com o Departamento de Literatura da Universidade Federal do Ceará. Seu objetivo é divulgar a pesquisa realizada por professores e alunos da graduação e da pós-graduação, promovendo um diálogo entre pesquisadores de universidades do Brasil.

A apresentação se dará por "Comunicação oral".

A apresentação terá duração de 15 minutos com direito a 05 minutos para discussão.

As normas para o envio do resumo são as seguintes.

Nome do autor, alinhado à direita, espaço 1,5 uma linha abaixo do título, com o último sobrenome em caixa alta (ex: AGRELA, Rodrigo); logo abaixo, nome do orientador com a mesma formatação (em caso de graduandos); na linha seguinte, o nome da instituição à qual se vincula o autor por extenso.

O resumo, uma linha abaixo do título com espaço 1,5, deve ter texto justificado em um só parágrafo, contendo entre 150 e 250 palavras (não contar título, autor e instituição), espaçamento simples, contendo Introdução, Objetivos, Metodologia, Resultados parciais ou finais e Conclusão.

Palavras-chave, uma linha abaixo do resumo, com espaçamento 1,5. Mínimo de três e máximo de cinco palavras-chave.

Fonte a ser utilizada em todo o documento: Times New Roman, tamanho 12.

O modelo de resumo pode ser baixado AQUI. O documento deverá ser salvo em WORD (.doc / 97- 2007) e enviado através do Formulário de Inscrição disponível AQUI, conforme os prazos estipulados AQUI.
Fonte: ENELF

Chamada: Literatura, outras artes e mídias: multimodalidade e intermidialidade

A Comissão Organizadora solicita artigos que contemplem a discussão dos aspectos críticos e teóricos associados aos Estudos Interartes e Estudos da Intermidialidade, compreendendo as relações entre o texto literário e produções artísticas compostas em mídias variadas, em diferentes momentos históricos. A revista acolherá, ainda, artigos que abordem temas diversos da Literatura, na seção Varia, assim como resenhas de livros de ficção, poesia ou crítica publicados nos últimos três anos.

CHAMADA PARA PUBLICAÇÃO -REVISTA IPOTESE – QUALIS A1


Chamada Revista Ipotesi – Qualis A1, Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras: Estudos Literários da Universidade Federal de Juiz de Fora

Volume 17, n. 2, jul./dez. 2013

Prazo para entrega das contribuições: 15/05/2013

Organizadores desse volume: Pablo Rocca (Universidad de la República, Uruguay) e Silvina Carrizo (UFJF)

Título: A vida material do texto na América Latina (leitores, meios e mediadores)

Ementa:

Escrita e formas de divulgação foram, e ainda são, processos paralelos na América Latina. Públicos restritos ou limitados a certos setores de consumo cultural obrigaram à fatura de textos condicionados por esses grupos ou a que eles se imaginassem para um futuro possível mais que para o presente. Esse número da Revista Ipotesi procura indagar algumas questões em torno do problema: 1) as representações do leitor e da leitura nos textos latino-americanos; 2) as formas de mediação de editores, revistas e, até, dos agentes materiais (tipógrafos, linotipistas, imprensas, etc.); 3) a abordagem de experiências criativas, individuais ou coletivas (como em revistas ou cadernos de jornais), nos quais são examinadas as estratégias de construção de um público de lado da procura por uma identidade estética ou cultural em particular. Os artigos deverão ser apresentados de acordo com as normas de publicação da revista.

Para maiores informações e normas de estilo: http://www.ufjf.br/revistaipotesi/normas-de-publicacao/

Editora-chefe: Professora Ana Beatriz Gonçalves. Vice-editor: Professor Alexandre Graça Faria. Editor convidado: Professor Pablo Rocca (Universidad de la República, Uruguay).

Assistente responsável: Juliana Machado de Britto; e-mail preferencial para envio: revistaipotesi_vol17n2@yahoo.com.br e revista.ipotesi@ufjf.edu.br

Chamada para publicação: Revista Interfaces


A Revista Interfaces está recebendo artigos científicos de pesquisadores, professores e de alunos de Pós-Graduação para os volumes 4, n.1 e 4, n.2 com estudos sobre as áreas de língua, literatura e suas interfaces.


- Organizadoras do Vol. 4, n. 1: Profª Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira e Profaª Carme Regina Schons

Prazo para envio: 23/05/2013

Data de publicação: até 07/2013.



- Organizadora do Vol. 4, n. 2: Profª Zélia Viana Paim

Prazo para envio: 25/10/2013

Data de publicação: até 12/2013.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Mostra Terruá Pará divulga lista de artistas selecionados


72 inscritos foram escolhidos na primeira etapa da seleção.
Rock, rap e pop integram a mostra da nova edição do festival de música.

Punk, heavy metal, rap: tudo isso é música paraense. “Tudo tem aqui e temos que estar abertos, sem preconceito nenhum”, analisa Leo Bitar, membro da comissão que escolheu os 72 artistas da primeira seletiva da nova edição do Terruá Pará. Após três dias de audição dos 364 inscritos, a lista foi divulgada nesta segunda-feira (6).
Numa nova fase, o festival, que se propõe a ser uma vitrine nacional da música produzida no Pará, vive o desafio de abrir portas para a pluralidade de ritmos que pulsa num estado eclético e miscigenado, que transita entre o ribeirinho e a urbanidade. 
“A proposta não era pegar algo ‘tipicamente regional’. O que foi levado em consideração foi ouvir o que é bem feito, o que tem qualidade. Não tem problema se é punk, brega ou fado, tem que ser bem feito”, diz Marcelo Damaso, que compôs o corpo de jurados da seletiva ao lado de Leo Bitar, Ná Figueredo, Pena Schmidt (SP) e Flu (RS). “Foram dias ininterruptos de trabalho. A gente não saia nem para comer. Mas foi maravilhoso ver quanta coisa boa temos na música do Pará”, comemora Bitar. 
Entre as novidades, o rap de Bruno BO e Cronistas da Rua; o pop rock de Elder Effe; a música eletrônica do DJ Jaloo; e o som furioso do Madame Saatan e Deliquentes, duas das principais bandas de rock paraense em atividade. Pará do tecnobrega, Pará do punk rock. “Não imaginava minha banda tocando no Terruá”, declara Jayme Katarro, vocalista do Delinquentes, grupo com mais de 25 anos de carreira. 

“Estamos num momento excelente. Talvez um dos melhores de toda a nossa história (palavra de quem já viveu várias gerações), e sempre digo que faltava esse empurrão para o rock, para podermos dar um salto maior do que nossas forças permitem”, comemora Katarro, que não se intimida com a diversidade de gêneros musicais reunidos no palco. 
“Tocar com bandas de outros estilos não nos preocupa. Já tocamos, por exemplo, com a Gang do Eletro no ‘Grito Rock’ do ano passado e foi surreal”, declara. 
Jovens cantoras, como Ana Clara Matos, Camila Honda, Natália Matos e Aíla integram a mostra. O reggae de Juca Culatra, o pop eletrônico do projeto Charmoso e o samba de Arthur Espíndola também revelam a nova safra de talentos no projeto. Nomes como Felipe Cordeiro, Gang do Eletro, Mestre Laurentino, Pio Lobato e Mestre Vieira, já consagrados em edições anteriores do Terruá, voltam ao elenco.


Os 72 artistas agora entram na segunda fase da seletiva, de onde serão escolhidos 12 nomes que, junto com os artistas convidados, comporão a terceira edição do show Terruá Pará de Música, com estreia prevista para outubro, em Belém, e apresentações marcadas para São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE).
A partir de terça-feira (14), esses artistas vão se apresentar no palco do Teatro Margarida Schivasappa, do Centur. Serão doze shows, cada um com seis artistas selecionados, sempre às terças-feiras, até o dia 30 de julho deste ano, com entrada franca. A lista dos shows será divulgada nos próximos dias.
Cada um dos artistas selecionados receberá uma ajuda de custo de R$ 3 mil, para gastos com a banda, transporte de equipamento, transporte dos músicos e outras despesas que venham a ser necessárias para apresentação no evento. Todos os shows serão gravados em áudio e vídeo.
O resultado será submetido a uma segunda comissão de jurados, o radialista Beto Fares; o músico e compositor Márcio Macedo; e Gustavo Rodrigues, DJ e um dos fundadores do festival Se Rasgum. Eles terão a missão de selecionar os doze artistas que irão integrar o elenco na nova edição do festival.
Além dos 72 artistas selecionados, foram elencados mais 20 suplentes, que poderão ser chamados para a mostra caso haja desistência ou impossibilidade de algum dos contemplados na lista principal.

Fonte: G1 Pará

Dica de leitura - A infância míope de Miguilim em Campo Geral

Imagem retirada do site:http://blogdovestiba.pucpr.br/2010/11/05/promocao-%E2%80%93-peca-miguilim/. Imagem editada.

Ao abordar a temática infantil em seus livros, Guimarães Rosa parece conseguir emocionar e cativar o leitor sem se tornar piegas e sem nem mesmo beirar o clichê. Talvez seja porque seus personagens infantis têm sempre um lado fantástico e até mesmo espiritual, que acaba elevando-os a um nível quase sagrado. Como é o caso do personagem Miguilim, de Campo Geral, que tem a travessia de sua infância analisada neste ensaio através da própria visão do personagem — que, muitas vezes, recorre à visão de seu irmão Ditinho — e baseada em teorias como a da visão-com, de Jean Pouillon, e nos conceitos de infância de Jeanne-Marie Gagnebin e Walter Benjamin. Por ser uma criança míope, Miguilim não conseguia ver — e, por isso, não conseguia também compreender — o mundo como era visto pelos adultos, identificando-se mais com o mundo mítico e fantástico do que com o mundo real e prático dos adultos. Para compreender as coisas que seu olhar não dava, Miguilim recorre à imaginação e à potencia das coisas, sempre com uma percepção sensível e até poética do sertão. E sempre, também, nos mostrando a importância e o poder que as palavras têm. É pelo olhar de Miguilim, então, que percebemos a sutileza que é deixar de ser criança, e é, ainda, com os olhos de Miguilim, mesmo míopes, que conseguimos enxergar beleza onde muitos adultos não conseguem ver.

MEDEIROS, Manuela Quadra de. A infância míope de Miguilim em Campo Geral. Mafuá [Online], Santa Catarina, v. 11, n. 19, 2013.

Texto na íntegra disponível em Revista Mafuá.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

outra Travesia: Chamada de artigos - número 15 - Poesia: a voz e a escuta

Os editores da outra travessia (qualis A2) convidam a todos interessados a colaborar no número 15 da revista, que terá como tema Poesia: a voz e a escuta.
Com Jean Luc-Nancy, sabemos que, no cerne de toda reflexão sobre a linguagem, há uma compreensão de que não haveria voz sem escuta, nem escuta sem voz. Nessa relação são jogadas as batalhas constitutivas da política e da estética desde a antiguidade e, nas últimas décadas, ganhou um interesse redobrado para pensamento teórico crítico que, por sua vez, acabou encontrando na poesia um espaço privilegiado, não de resolução das tensões e dissimetrias entre quem diz e quem escuta, mas de evidenciação do impasse, do vazio, do abismo, da eterna e inelutável cisão entre som e sentido. Essa cisão, entretanto, promove atrito de sons e sens, de dados e ecos, que fulgura na poesia, constitui o encontro mais breve e sutil e, no entanto, também o mais concreto possível, entre nossa subjetividade singular e o ambiente material que nos cerca, quer seja, o atrito produz energia.
O pensamento sobre a voz e a escuta da poesia abre, para além dos seus fundamentos na filosofia da linguagem, um imenso leque de linhas reflexivas. Pensar a voz pode ser problematizar, por exemplo, a Stimmung, a tonalidade emotiva que abre a poesia ao seu ser e sua morte; a musicalidade da poesia e com ela o questionamento da representação na arte; a retórica e a poesia como performance. Pensar a escuta pode ser problematizar, por exemplo, os modos de trabalhos com a tradição, como se devolve uma dicção datada, crônica, a um uso ana-crônico, porém, potente; a abdicação e a reinstauração da voz própria frente ao impróprio, no processo de criação de subjetividades, comunidades.
A partir, portanto, da exploração de algum desses aspectos entre muitos outros possíveis, já seja da perspectiva da filosofia da linguagem, da crítica literária, ou da cultural, a revista outra travessia convida estudiosos e pesquisadores a refletir, escutando, o que a voz da poesia ainda tem para – sem pronunciar – nos dizer.

As colaborações devem ser enviadas até o dia 03/06/2013, em conformidade às normas de publicação da outra travessiaatravés do site: http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/index
Os artigos serão submetidos à avaliação do conselho de pareceristas da revista.

Os Editores
Carlos Capela
Joca Wolff
Fernando Floriano Petry
Editores especiais do número 15
Susana Scramim
Luciana di Leone